O Poder da Leitura
Nada nasce do nada। Tudo vem das idéias। Em última análise, do cérebro e do modo de pensar e do conhecimento adquirido ao longo do tempo. Ocorre que muitos sentem dificuldade de transmitir seus pensamentos, suas idéias. Tanto na forma oral, como na escrita. Antigamente as idéias não eram escritas e sim repassadas de pai para filho, de geração à geração. Posteriormente surgiu o rolo onde se escreviam as idéias e anos mais tarde o livro. A partir daí ficou bem mais fácil de o conhecimento ser repassado para todas as pessoas de uma forma equânime. Porém, ainda hoje o ser humano se ressente da dificuldade de organizar um pensamento que espelhe a exata sensação ou sentimento a que está envolvido. Daí o porquê da leitura. No entanto seria de bom alvitre que essa fosse feita de uma forma inteligente, para que se pudesse aproveitar melhor seu conteúdo e desenvolver o poder de argumentação. Você tem que desenvolver a capacidade de ler com alegria. Para isso é necessário que se vincule o prazer à leitura. Busque no seu interior um assunto que o envolva, que desperte em você vontade de conhecer mais. Será esse assunto instigante que abrirá suas comportas para a leitura. Como conta Anthonny Robbins, em seu livro "DESPERTE O GIGANTE INTERIOR", que desde sempre sonhou com a capacidade de ajudar as pessoas a mudarem virtualmente qualquer coisa em suas vidas. Ele diz textualmente: "Fiz um curso de leitura dinâmica e desenvolvi um apetite voraz por livros. Li quase setecentos livros em poucos anos, quase todo nas áreas de desenvolvimento humano, psicologia, influência e desenvolvimento fisiológico". Ora, o gênio da Neurolingüística, aquele que usa habilmente as técnicas dessa ciência só conseguiu seu intento após se dedicar à leitura, em busca de sua meta. Essa é a chave. Se você pretende se tornar um sucesso e alcançar seu objetivo, aquele sonho acalentado por anos, em qualquer área, é necessário um desenvolvimento de seu pensamento pelo conhecimento de um assunto específico. A partir disso, dos conhecimentos gerais. Assim você estará se habilitando a argumentar. Para se tornar um argumentador respeitado deve-se treinar esta habilidade. Como fazer isso? Através de uma ciência denominada Programação Neurolingüística. Dizem os estudiosos que a Neurolingüística representa uma atitude e uma maneira de estar no mundo que não podem ser transmitidas simplesmente num texto, porém há que se ressaltar que somente lendo sobre o assunto e, só após, treinando, você encontrará uma maneira fantástica e bela de organizar e entender a complexidade do pensamento e da comunicação do ser humano. Essa é uma ciência que auxilia o homem a utilizar seu cérebro de maneira favorável para alcançar os resultados que almeja. É um estudo das experiências internas, que oferece um meio de auto conhecimento, acesso e desenvolvimento do potencial criativo. Citando novamente um dos grandes nomes da Neurolingüística, Anthony Robbins, ele diz: "encontre alguém que tenha opinião diversa da sua sobre algum assunto e debata com ela seus pontos de vista sem usar palavras que vá ferir seus sentimentos ou que desperte no adversário qualquer intransigência. Use sempre as palavras chaves: aprecio, respeito, concordo e dispense o "mas", "no entanto". Verá que podem argumentar sem se tornarem beligerantes." Ele ensina que você deve se dirigir ao outro através um entendimento harmônico, ou seja, fique longe do conflito. Construa uma ponte de harmonia. Persuadir alguém a fazer alguma coisa que ele realmente não quer fazer é, se não impossível, pelo menos extremamente difícil. Fácil, isto sim, é convencê-lo a fazer o que ele quer fazer. Portanto a chave da comunicação entre pessoas é estruturar as coisas de forma que a pessoa faça o que quer fazer e não o que você quer que ela faça, ainda esta é uma lição de Tony Robbins. Ao que se deduz das palavras do maior especialista nessa ciência, ele instiga o debate, com harmonia, é verdade. Depreende-se daí que a técnica é assaz necessária e o conhecimento de um assunto é tão importante quanto. Assim se você desenvolver as técnicas da Neurolingüística, mais uma bagagem de conhecimentos adquiridos mediante suas leituras, realmente você terá em mãos um poder sem limites. As técnicas da PNL foram desenvolvidas com base nas observações que Richard Bandler e John Grinder fizeram em conjunto, na Universidade da Califórnia. Eles descobriram como as pessoas consideradas vencedoras em suas áreas de atuação ultrapassaram os obstáculos e chegaram ao sucesso.Mais do que isso, decodificaram a forma como estas pessoas planejavam alcançar seus objetivos até conseguirem a solução desejada e como era estruturada a estratégia desse processo de pensamento. A conclusão foi que os vencedores conseguiam superar limitações pessoais e potencializavam suas qualidades e recursos intelectuais. Os principais fatores que levavam estas pessoas ao topo eram a capacidade de tomar decisões e, em especial, a habilidade para se comunicar. A partir destas conclusões, Bandler e Grinder procuraram ensinar estes mesmos padrões a outras pessoas e descobriram que, mesmo não sendo modelos de excelência, poderiam copiar essas estratégias e alcançar o mesmo sucesso e resultados na vida profissional e pessoal. "A programação Neurolingüística é um processo educacional de como usar melhor o nosso cérebro". Richard BrandlerE eu lhes digo: A Programação Neurolingüística é um processo educacional que treinará seu cérebro a melhor usar seus conhecimentos com excelência, para atingir sua meta.
sábado, 12 de julho de 2008
quinta-feira, 17 de abril de 2008
Conto é Traço
Acalanto
O mundo tem aspectos que por vezes desconhecemos ou esquecemos. É uma idéia estranha pensar que podemos esquecer pequenas lembranças da infância, até o momento em que nos deparamos com uma realidade tão forte que nos transporta para aquele tempo.
Assim foi com Acalanto.
A realidade se instalou na minha frente. Observei aquele lugar e senti repulsa, num primeiro momento. Voltei para casa decidida a não trocar meu estado social por aquele local tão deprimente.
Há momentos em que a proteção sentida dentro do seu mundo é balançada e você fica exposta à fatalidade e imprevistos. Aquele era um deles.
Criei uma barreira, que me parecia intransponível. Mas a ponte fora lançada, eu precisava atravessá-la. Não havia volta naqueles tempos. Tudo me impulsionava para aquela aceitação.
Três meses depois lá estávamos, meu marido e eu, diante daquele pedaço de terra, cercados por vizinhos de poucas posses, vivendo a vida simples que me recordava a infância enterrada. Não tão enterrada, pois agora explodia diante do quadro que minha vista alcançava.
O terror se instalou, até passar daquele estado ao êxtase. Foram emoções encadeadas pela fantasia de transformar aquele pedacinho de fim do mundo num paraíso.
Numa torrente de alegria lancei-me ao trabalho de limpar o terreno com a ajuda de um nativo. Enquanto ele carpinava, deixando a terra nua, os tabletes de grama iam sendo assentados no terreno. O mestre-de-obras, contratado por baixo salário, paralelamente ia transformando a pequena casa de dois quartos em um belo e arejado chalé.
As treliças foram esmaltadas de branco, da cor das janelas de madeira e do teto, contrastando com o amarelo canário da casinhola, agora aconchegante e agradável. Os móveis, comprados numa feira própria, estavam sendo lixados e patinados. Os almofadados de um floral alegre recheavam os móveis de vime. Tudo cheirava a tinta fresca. O jardim à volta da casa também chegava ao seu final. Na entrada de duzentos metros, onde corria a ladeira até a casa, foram colocadas as palmeiras. Agora elas balouçavam suavemente à brisa da tarde e tudo convidava ao descanso e ao acalanto do colo materno. O nome surgiu assim, num repente.
A vida não pode ser encarada como um movimento de recuo – foi o que pensei - olhando para aquela paisagem. Estamos sempre caminhando em frente, descobrindo matizes dantes não revelados. Aquele era um matiz de minha vida. Sobreviver era preciso. Meu marido ainda se ressentia de ter sido despedido aos cinqüenta e dois anos de idade, sem eira nem beira, como gostava de repetir. A aposentadoria voara de suas mãos por alguns anos apenas. A rescisão salarial recebida fora toda usada para as reformas, esquecimento de lembranças desagradáveis e a transformação de Acalanto. O meu minguado salário de professora e o aluguel do belo apartamento na capital nos sustentariam. O ambiente não incitava gastos extras. Tudo seria medido dali em diante. Depois, era importante aquele presente que tornava a realidade mais palatável.
Os vizinhos foram se achegando devagar. Começamos a receber pessoas simples e o entrosamento foi sentido aos poucos. A vida interiorana invadiu nossos seres.
A brisa noturna do verão e o céu forrado de estrelas amainavam nossos espíritos, enquanto balançávamos nossos corpos molemente nas redes engastadas nas colunas do avarandado. Conversávamos, recordando passagens vividas. O convívio nos fez mais amigos e confidentes, conforme os dias e noites iam se desenrolando. Já não eram duas as redes. Apenas uma. Nossos corpos nus se ajustavam sob o céu estrelado. A sensualidade aguçada pelo clima tropical. Um encontro por inteiro.
Certo dia meu marido recebeu uma correspondência. Foi para um canto e ficou olhando fixo para o horizonte. Acompanhei o olhar e sondei o recorte da Serra do Mar. Esperei calma até que ele se decidisse falar.
- Recebi um convite para trabalhar em Curitiba.
- É mesmo...?
- Sim...
- Vai aceitar?
- Não sei ainda. Preciso pensar. - Afastou-se e seguiu para o bosque. Sentou-se naquele banco, onde gostava de meditar vez por outra, e ali ficou pela manhã toda.
Era a época das férias escolares e eu segui minha rotina cotidiana. Nada tinha pressa naquele lugar. Não seria eu a mudar aquilo, apenas me adaptara. No início havia sentido muita dificuldade. Agora, aquela angústia antiga não fazia sentido.
Eu o percebi ao meu lado.
- Acho que vamos voltar.
- Tem certeza?
- Tenho. Fui convidado para ser Diretor-Presidente de uma empresa em alta expansão. O salário é melhor do que o anterior. Preciso recomeçar. Retomar minha vida.
- Retomar sua vida?
-...Nossa vida, se prefere assim. Não há sentido continuarmos aqui se temos condições de voltar à vida anterior, aos velhos amigos. Foi um tempo de sossego, de férias, pelo menos para mim... – Olhou-me nos olhos e percebi a esperança brilhar nos dele.
Aquiesci, sentindo uma dor profunda no peito. Teríamos que deixar Acalanto e tudo o quê ele havia significado para nós. ...Ou para mim.
Os dias correram, aparentemente calmos. A venda se concretizou. Voltamos a colocar nossas máscaras e o belo apartamento voltou a ser ocupado por nós, após o distrato do aluguel.
Os amigos de sempre, que voltaram com o retorno à situação econômica e social, viagens para a Europa, conversas sobre mazelas brasileiras indefinidas...
Acalanto ficou para trás. Uma bela lembrança apenas.O tempo se encarregaria de torná-la apenas um borrão.
O mundo tem aspectos que por vezes desconhecemos ou esquecemos. É uma idéia estranha pensar que podemos esquecer pequenas lembranças da infância, até o momento em que nos deparamos com uma realidade tão forte que nos transporta para aquele tempo.
Assim foi com Acalanto.
A realidade se instalou na minha frente. Observei aquele lugar e senti repulsa, num primeiro momento. Voltei para casa decidida a não trocar meu estado social por aquele local tão deprimente.
Há momentos em que a proteção sentida dentro do seu mundo é balançada e você fica exposta à fatalidade e imprevistos. Aquele era um deles.
Criei uma barreira, que me parecia intransponível. Mas a ponte fora lançada, eu precisava atravessá-la. Não havia volta naqueles tempos. Tudo me impulsionava para aquela aceitação.
Três meses depois lá estávamos, meu marido e eu, diante daquele pedaço de terra, cercados por vizinhos de poucas posses, vivendo a vida simples que me recordava a infância enterrada. Não tão enterrada, pois agora explodia diante do quadro que minha vista alcançava.
O terror se instalou, até passar daquele estado ao êxtase. Foram emoções encadeadas pela fantasia de transformar aquele pedacinho de fim do mundo num paraíso.
Numa torrente de alegria lancei-me ao trabalho de limpar o terreno com a ajuda de um nativo. Enquanto ele carpinava, deixando a terra nua, os tabletes de grama iam sendo assentados no terreno. O mestre-de-obras, contratado por baixo salário, paralelamente ia transformando a pequena casa de dois quartos em um belo e arejado chalé.
As treliças foram esmaltadas de branco, da cor das janelas de madeira e do teto, contrastando com o amarelo canário da casinhola, agora aconchegante e agradável. Os móveis, comprados numa feira própria, estavam sendo lixados e patinados. Os almofadados de um floral alegre recheavam os móveis de vime. Tudo cheirava a tinta fresca. O jardim à volta da casa também chegava ao seu final. Na entrada de duzentos metros, onde corria a ladeira até a casa, foram colocadas as palmeiras. Agora elas balouçavam suavemente à brisa da tarde e tudo convidava ao descanso e ao acalanto do colo materno. O nome surgiu assim, num repente.
A vida não pode ser encarada como um movimento de recuo – foi o que pensei - olhando para aquela paisagem. Estamos sempre caminhando em frente, descobrindo matizes dantes não revelados. Aquele era um matiz de minha vida. Sobreviver era preciso. Meu marido ainda se ressentia de ter sido despedido aos cinqüenta e dois anos de idade, sem eira nem beira, como gostava de repetir. A aposentadoria voara de suas mãos por alguns anos apenas. A rescisão salarial recebida fora toda usada para as reformas, esquecimento de lembranças desagradáveis e a transformação de Acalanto. O meu minguado salário de professora e o aluguel do belo apartamento na capital nos sustentariam. O ambiente não incitava gastos extras. Tudo seria medido dali em diante. Depois, era importante aquele presente que tornava a realidade mais palatável.
Os vizinhos foram se achegando devagar. Começamos a receber pessoas simples e o entrosamento foi sentido aos poucos. A vida interiorana invadiu nossos seres.
A brisa noturna do verão e o céu forrado de estrelas amainavam nossos espíritos, enquanto balançávamos nossos corpos molemente nas redes engastadas nas colunas do avarandado. Conversávamos, recordando passagens vividas. O convívio nos fez mais amigos e confidentes, conforme os dias e noites iam se desenrolando. Já não eram duas as redes. Apenas uma. Nossos corpos nus se ajustavam sob o céu estrelado. A sensualidade aguçada pelo clima tropical. Um encontro por inteiro.
Certo dia meu marido recebeu uma correspondência. Foi para um canto e ficou olhando fixo para o horizonte. Acompanhei o olhar e sondei o recorte da Serra do Mar. Esperei calma até que ele se decidisse falar.
- Recebi um convite para trabalhar em Curitiba.
- É mesmo...?
- Sim...
- Vai aceitar?
- Não sei ainda. Preciso pensar. - Afastou-se e seguiu para o bosque. Sentou-se naquele banco, onde gostava de meditar vez por outra, e ali ficou pela manhã toda.
Era a época das férias escolares e eu segui minha rotina cotidiana. Nada tinha pressa naquele lugar. Não seria eu a mudar aquilo, apenas me adaptara. No início havia sentido muita dificuldade. Agora, aquela angústia antiga não fazia sentido.
Eu o percebi ao meu lado.
- Acho que vamos voltar.
- Tem certeza?
- Tenho. Fui convidado para ser Diretor-Presidente de uma empresa em alta expansão. O salário é melhor do que o anterior. Preciso recomeçar. Retomar minha vida.
- Retomar sua vida?
-...Nossa vida, se prefere assim. Não há sentido continuarmos aqui se temos condições de voltar à vida anterior, aos velhos amigos. Foi um tempo de sossego, de férias, pelo menos para mim... – Olhou-me nos olhos e percebi a esperança brilhar nos dele.
Aquiesci, sentindo uma dor profunda no peito. Teríamos que deixar Acalanto e tudo o quê ele havia significado para nós. ...Ou para mim.
Os dias correram, aparentemente calmos. A venda se concretizou. Voltamos a colocar nossas máscaras e o belo apartamento voltou a ser ocupado por nós, após o distrato do aluguel.
Os amigos de sempre, que voltaram com o retorno à situação econômica e social, viagens para a Europa, conversas sobre mazelas brasileiras indefinidas...
Acalanto ficou para trás. Uma bela lembrança apenas.O tempo se encarregaria de torná-la apenas um borrão.
terça-feira, 15 de abril de 2008
Biografia
Sylvia R. Pellegrino é o nome literário de Silvia Regina Pellegrino Freitas da Rocha, segunda filha do casal Antonio Pellegrino e Edith Bodstein Pellegrino, que nasceu na cidade de Rio Brilhante em Mato Grosso do Sul.
Tem uma infância feliz até os dez anos quando falece seu pai. A mãe vem com os cinco filhos para o interior do Paraná, onde a escritora conclui o primário e segue fazendo ginasial, onde começa a aprender a escrever poesias, contos e crônicas com o Professor Marenda, seu mestre de português e literatura. Recebe dele o prognóstico da carreira que iria abraçar muito mais tarde.
Casa-se pela primeira vez em 1969. Desse casamento tem seu único filho Maurício Antonio Pellegrino Adamowski. Fica viúva e vem para Curitiba, capital do Estado do Paraná. Forma-se em Direito na Pontifícia Universidade Católica do Paraná em 1979. Posteriormente é comissionada Procuradora do Banco Central do Brasil e casa-se com Paulo Roberto Freitas da Rocha.
Ao aposentar-se em 1996 resolve dedicar-se exclusivamente ao seu maior sonho: escrever. "A Sacerdotisa" seu primeiro livro é editado primeiramente em dezembro de 1998, com recursos próprios e tiragem de 3000 exemplares. Coloca seu livro à venda em várias livrarias, inclusive na Livraria Siciliano. Esgota em março de 1999 a 1a. edição. Com recursos escassos procura o colega e editor José Ernani de Carvalho Pacheco, da Juruá Editora, e coloca seu livro sob a apreciação dele e de sua equipe. Assina contrato de edição de "A Sacerdotisa" com a Juruá Editora. Com este romance recebe um Diploma de Louvor, homenagem prestada pela Câmara Municipal de Curitiba, no dia 15 de dezembro de 1998.
Escreve o romance "Isabel - a Imperatriz do Brasil". Uma obra que empolga a escritora, pois fala de uma personagem histórica de sua terra — a Princesa Isabel —. Não se propõe o romance a ser uma obra histórica, porém mantém o estilo da romancista de ficção. O livro é editado e publicado pela Papel Virtual Editora no ano 2000, nos formatos digital e papel. Após, vem o romance, "Alquimia & Transformação", editado pela Scortecci Editora, no ano de 2001. Atualmente a escritora revisa seu quarto romance CORPO E CONSCIÊNCIA para encaminhar ao crivo das editoras e ver o romance publicado.
Além dessas obras individuais participa de obras coletivas como: a Antologia "500 Outonos de Prosa e Verso – Volume III, após ter ganho o 4º lugar no Concurso Internacional dos 500 Outonos de Prosa e Verso, no gênero conto, dentre as 1469 obras internacionais, com participantes de dez países; TALENTO FEMININIO em prosa e verso, com selo editorial REBRA e editado pela Scortecci Editora em 2002, em seguida no ano de 2004 vem TALENTO FEMININO em prosa e verso II, também com selo editorial REBRA e editado e publicado pela Scortecci Editora. Atualmente está no prelo da Scortecci Editora, também com selo editorial REBRA , a antologia O Amor Que Move o Sol e Outras Estrelas.
A escritora tem também vários contos e crônicas, com os quais colabora com jornais e revistas na internet e impressos. Pretende juntá-los num volume único, para posterior publicação.
É colaboradora da Revista Rio Total, escrevendo no COOJORNAL e faz parte da Seção escritores e poetas – Expoentes Contemporâneos. Foi: colunista do WIDEBIZ - Relacionamentos e Negócios, site coordenado pelo diretor de comunicação da Widesoft Sistemas Ltda., Mário Persona, articulista do BookNews e escreveu no Maytewebsite.
É associada à REBRA - Rede de Escritoras Brasileiras, mantendo um site vinculado àquela associação; faz parte da Enciclopédia de Literatura Brasileira, e afiliou-se à UBE – União Brasileira de Escritores no ano de 2005. Consta da Wikipédia.
Foi criadora e editora-chefe de duas revistas a Boletim Cult, revista eletrônica sobre artes e literatura organizada pela escritora e que teve durante sua vigência na web 800.000 leitores a revista Estilo In on line e impressa. A escritora Sylvia Pellegrino reside em Curitiba, no Paraná.
Tem uma infância feliz até os dez anos quando falece seu pai. A mãe vem com os cinco filhos para o interior do Paraná, onde a escritora conclui o primário e segue fazendo ginasial, onde começa a aprender a escrever poesias, contos e crônicas com o Professor Marenda, seu mestre de português e literatura. Recebe dele o prognóstico da carreira que iria abraçar muito mais tarde.
Casa-se pela primeira vez em 1969. Desse casamento tem seu único filho Maurício Antonio Pellegrino Adamowski. Fica viúva e vem para Curitiba, capital do Estado do Paraná. Forma-se em Direito na Pontifícia Universidade Católica do Paraná em 1979. Posteriormente é comissionada Procuradora do Banco Central do Brasil e casa-se com Paulo Roberto Freitas da Rocha.
Ao aposentar-se em 1996 resolve dedicar-se exclusivamente ao seu maior sonho: escrever. "A Sacerdotisa" seu primeiro livro é editado primeiramente em dezembro de 1998, com recursos próprios e tiragem de 3000 exemplares. Coloca seu livro à venda em várias livrarias, inclusive na Livraria Siciliano. Esgota em março de 1999 a 1a. edição. Com recursos escassos procura o colega e editor José Ernani de Carvalho Pacheco, da Juruá Editora, e coloca seu livro sob a apreciação dele e de sua equipe. Assina contrato de edição de "A Sacerdotisa" com a Juruá Editora. Com este romance recebe um Diploma de Louvor, homenagem prestada pela Câmara Municipal de Curitiba, no dia 15 de dezembro de 1998.
Escreve o romance "Isabel - a Imperatriz do Brasil". Uma obra que empolga a escritora, pois fala de uma personagem histórica de sua terra — a Princesa Isabel —. Não se propõe o romance a ser uma obra histórica, porém mantém o estilo da romancista de ficção. O livro é editado e publicado pela Papel Virtual Editora no ano 2000, nos formatos digital e papel. Após, vem o romance, "Alquimia & Transformação", editado pela Scortecci Editora, no ano de 2001. Atualmente a escritora revisa seu quarto romance CORPO E CONSCIÊNCIA para encaminhar ao crivo das editoras e ver o romance publicado.
Além dessas obras individuais participa de obras coletivas como: a Antologia "500 Outonos de Prosa e Verso – Volume III, após ter ganho o 4º lugar no Concurso Internacional dos 500 Outonos de Prosa e Verso, no gênero conto, dentre as 1469 obras internacionais, com participantes de dez países; TALENTO FEMININIO em prosa e verso, com selo editorial REBRA e editado pela Scortecci Editora em 2002, em seguida no ano de 2004 vem TALENTO FEMININO em prosa e verso II, também com selo editorial REBRA e editado e publicado pela Scortecci Editora. Atualmente está no prelo da Scortecci Editora, também com selo editorial REBRA , a antologia O Amor Que Move o Sol e Outras Estrelas.
A escritora tem também vários contos e crônicas, com os quais colabora com jornais e revistas na internet e impressos. Pretende juntá-los num volume único, para posterior publicação.
É colaboradora da Revista Rio Total, escrevendo no COOJORNAL e faz parte da Seção escritores e poetas – Expoentes Contemporâneos. Foi: colunista do WIDEBIZ - Relacionamentos e Negócios, site coordenado pelo diretor de comunicação da Widesoft Sistemas Ltda., Mário Persona, articulista do BookNews e escreveu no Maytewebsite.
É associada à REBRA - Rede de Escritoras Brasileiras, mantendo um site vinculado àquela associação; faz parte da Enciclopédia de Literatura Brasileira, e afiliou-se à UBE – União Brasileira de Escritores no ano de 2005. Consta da Wikipédia.
Foi criadora e editora-chefe de duas revistas a Boletim Cult, revista eletrônica sobre artes e literatura organizada pela escritora e que teve durante sua vigência na web 800.000 leitores a revista Estilo In on line e impressa. A escritora Sylvia Pellegrino reside em Curitiba, no Paraná.
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